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PASTOR DR. MOYSÉS BARBOSA PRESTA HOMENAGEM ÀS FAMÍLIAS BAGGIO (NOME COM ORIGEM NA NOBREZA ITALIANA)

ILUSTRA O TEXTO DESTA DISTINÇÃO COM FOTO E BRASÃO DA ESPOSA, DUQUESA EUNICE DAS GRAÇAS BAGGIO BELO BARBOSA

 

15/08/2023: Dr. Moysés Barbosa (também Pastor, Advogado e Escritor) é descendente de nobres famílias da Itália (Taranto e Paladino), do lado de sua genitora.  Nesta data presta sua homenagem aos descendentes de italianos que residem em nosso país, em especial em Três Rios (RJ), cidade onde foi criado. A todos enaltece pela inestimável colaboração que nos dão há tantos anos através de sua descendência. Para homenageá-los, Traz um resumo histórico do nobre cognome Baggio, que também como os seus, têm origem na Itália: Conforme nos mostram os registros mais antigos, o início da linhagem foi em torno de 1726.  Os primeiros Baggio chegaram ao Brasil na segunda metade Século XIX, procedentes da região nordeste da Itália, mais exatamente da cidade de Padova, e em nosso país se instalaram primeiramente no Estado de São Paulo, na parte intermediária da Região de Campinas, onde estão na atualidade vários municípios, entre os quais Limeira, Araras, Leme e Engenheiro Coelho (vide mapa). Da terra bandeirante muitos se deslocaram para Minas Gerais, sendo o cultivo do café a principal atividade. Famílias expressivas com inúmeros portadores de títulos de nobreza, e sempre ocupando posições importantes no seio da monarquia do país europeu (1143-1910). Em Três Rios temos o prazer de contar com a presença de inúmeros membros da Família Baggio. Dr. Moysés, para ilustrar o texto traz foto da Duquesa Eunice das Graças Baggio Belo Barbosa (*), sua esposa, bem como o Brasão de Armas dela (de uso geral, ou seja, de todos os Baggio, com dois g).

(*) A nobilitação da Duquesa foi concedida em 02/03/23, com Carta Patente assinada por Sua Alteza Príncipe Pasquale Iacomino (Itália).

 

 

Dr. Moysés Barbosa, desde 2019 é nobilitado como Grão-Duque de Entre-Rios com Carta Patente assinada por Sua Alteza Príncipe Raphael, Chefe de Casa Real (não reinante (*) de descendentes da nobreza lusitana. Na imagem acima está com o traje correspondente (de uso em momentos solenes), que admite comendas que tenham sido recebidas oficialmente. Eventualmente o usa  em eventos cívico-patrióticos ou de caráter militar, eis que é graduado da inatividade do Exército Brasileiro e titulado como Oficial da Ordem do Mérito Farmacêutico Militar. Antes Dr. Moysés Barbosa fora nobilitado como Conde de São Metódio, em Lisboa,  por Sua Alteza Príncipe Armando.

(*) O regime de Monarquia vigorou em Portugal entre 1143 e 1910. O Brasão do centro é o ducal e o outro é o dos Barbosas de uso geral, valendo notar que a moldura com ramos de louro, flor de lis e coroa é uma ornamentação, pois estes três elementos não fazem parte do escudo. Mas esta flor de lis está ligada à ancestralidade italiana de Dr. Moysés, da parte de sua genitora, pois figura juntamente com uma cruz, no Brasão do nobre cognome Paladino (este e Taranto são de nobre origem italiana).

 

 

O Brasão acima (dos arquivos pessoais deste literato decano), é muito antigo.  Era usado pelos Barbozas (aqui com grafia arcaica, não mais corrente na terra lusitana e também em outros países). Esta imagem refere-se ao Brasão nos primeiros Séculos da existência do nobre cognome,  possivelmente nos Séculos XVI ou XVII, quando eles  eram desenhados e pintados à mão. Este nobre apelido de família já ultrapassa nove Séculos, desde sua origem no reinado de D. Affonso Henriques, primeiro Rei de Portugal que reinou de 1128 a 1185.

 

 

Ao receber de Sua Alteza  Príncipe Rafael (esquerda) este título de Grão-Duque, com o axiônimo “Entre-Rios”, enviou mensagem de agradecimentos, em que  falou sobre esta distinção “complementar”, pois Dr. Moysés  foi criado em Três Rios (antiga  Vila de Entre-Rios, que pertencia a Parahyba do Sul (RJ) e certamente recebe também  como homenagem aos primórdios da terra que lhe serviu de berço (*) pois nela chegou, com apenas dois anos de idade, com seus pais vindos do então Distrito Federal. Vale notar que de há muito (13/12/1975) recebeu o título de CIDADÃO TRIRRIENSE, que lhe foi outorgado pela Câmara de Vereadores (seguem a lauda) e o registro do ato da entrega, aparecendo ao fundo o então ereador Adelino Monteiro Dias, autor da proposição.
(*) Nos primórdios da Vila e Entre-Rios dentre os benfeitores havia muitos nobres, Condessa do Rio Novo, Visconde de Entre-Rios, Barão do Rio Branco...

 

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