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CASTRO ALVES FAZ PARTE DA HISTÓRIA POÉTICO-LITERÁRIA DE DOM MOYSÉS BARBOSA

RETRATO JUNTO À TELA DESTE NOTÁVEL LITERATO ENTRA PARA SEU MEMORIAL

Dom Moysés Barbosa, que além de religioso com 48 anos de ministério (marca alcançada em 2014), é escritor e poeta há muitos anos, sendo que em 2009, que assinalou seu Jubileu de Ouro de Poesia, as comemorações se estenderam até 2012, ano em que lançou no dia 24 de novembro seu livro “POESIAS: AS MELHORES DO JUBILEU DE OURO”, que já entra na segunda edição.

 

 

 

Dom Moysés já possui inúmeras premiações, no Brasil e  no exterior e algumas delas tendo como patrono poetas e escritores brasileiros,  entre as quais os Méritos Poético-Literários Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, Monteiro Lobato, Luiz de Camões, Olavo Bilac, Jorge Amado, Olga Kapati e vários outros, igualmente renomados.

Ansiava por uma premiação tendo como patrono Castro Alves, eis que sempre admirou os escritos deste literato, cujos trechos declamava na sala de aula, nos tempos em que literatura  (prosa e verso) era tema indispensável até mesmo nos cursos primário e ginasial: Castro Alves sempre fez parte de sua história, pois até compôs uma poesia em homenagem ao “Poeta dos Escravos”, como era chamado.

 

POETA DOS ESCRAVOS

Em Curralinho – Bahia – ele nasceu
Com rara habilidade versejava
Tinha rimas perfeitas... quem sou eu?
Seus versos o povo lia e cantava

 

“Poeta dos Escravos” era chamado
Enaltecia o Brasil  mais que podia
Por algum tempo esteve enfermado
Mesmo assim muito ele escrevia

 

 “Espumas Flutuantes”: versos  iniciais
Na literatura real encantamento
Quem lia seus versos dizia quero mais
Eram propícios para qualquer momento

 

Sempre admirei este nobre escritor
Alguns versos meus nele se inspiraram
Quem os recitou virou cantor
Pois partes deles em músicas entraram

 

Viveu pouco mais de vinte anos
Mas lutou firme contra a escravidão
Considerado um poeta notável
Seu nome está no pódio... gratidão!

 

Refiro-me ao poeta CASTRO ALVES
Que ainda vive na atualidade
Pois sua obra até hoje permanece
Foi construída para a eternidade

AUTOR: DOM MOYSÉS BARBOSA

 

COM ESTA FOTO JUNTO À TELA DE CASTRO ALVES DOM MOYSÉS HOMENAGEOU “IN MEMORIAM” ESTE NOTÁVEL LITERATO BRASILEIRO

 

 

No dia 08 de agosto de 2014 seu desejo se concretizou e veio naturalmente, pois nunca tinha comentado seu anseio com ninguém: o Conselho Internacional dos Acadêmicos das Ciências Letras e Artes o condecorou com a  comenda da Ordem do Mérito Histórico-Literário Castro Alves, em solenidade realizada no Rio de Janeiro, ocasião em que outros grandes nomes desta área foram distinguidos.

Dom Moysés sente-se honrado duplamente, pois não apenas por ser um dos condecorados, mas por ter sido convidado pela direção da sessão solene para fazer parte da Mesa.

 

 

Dom Moysés esteve presente  para receber sua premiação, e coincidentemente, foi designada pela direção da sessão solene para a entrega,  a artista plástica e acadêmica Anelise Sabino, autora da pintura (foto acima), sendo que Dom Moysés sente-se honrado duplamente,  não apenas por ser um dos condecorados, mas por ter sido convidado para fazer parte da Mesa Diretora desta solenidade.

 

AQUI DOM MOYSÉS EXPÕE O CERTIFICADO DE OUTORGA DA ELEVADA COMENDA

 

SOBRE CASTRO ALVES

Antônio Frederico de Castro Alves (Curralinho, 14 de março de 1847 — Salvador, 06 de julho de 1871) foi um poeta brasileiro: esta comenda foi instituída para assinalar o transcurso dos seus 167 anos de nascimento.

O lugar de nascimento foi a Fazenda Cabaceiras, na Vila de Nossa Senhora da Conceição de Curralinho, onde na atualidade está a cidade de Castro Alves, no estado da Bahia, nomeação dada para homenagear o destacado poeta.

O trabalho de resgate e preservação das obras de Castro Alves foi fruto da dedicação do antigo colega e amigo Ruy Barbosa e fruto da campanha abolicionista, que tomou corpo a partir de 1881, sendo que posteriormente, Afrânio Peixoto, ex-Presidente da Academia Brasileira de Letras, reuniu em dois volumes toda a produção do poeta, bem como escritos diversos (sob os títulos de "Relíquias" e "Correspondência").

Em 1947 o Instituto Nacional do Livro, do Ministério da Educação e Cultura, comemorou o centenário do nascimento do poeta com uma grande exposição, da qual resultou um livro comemorativo, trazendo importantes documentos que fizeram parte do evento.

O aspecto social da poesia de Castro Alves, em poemas como "O Navio Negreiro" e "Vozes d'África", ambos publicados no livro “Os Escravos, foi um dos motivos principais para a sua popularização: nesse sentido, autores como Mário de Andrade, no modernismo, dedicaram-lhe inúmeros ensaios.

 

A COMENDA, QUE VEIO EM ESTOJO PRÓPRIO E ACOMPANHADA DE UMA MINIATURA PARA LAPELA, CHAMA A ATENÇÃO PELA BELEZA E FINO ACABAMENTO, COMPATÍVEIS COM A GRANDIOSIDADE DO PATRONO

Dom Moysés agradece sensibilizado esta significativa homenagem, que ocupará lugar de destaque no cervo medalhístico de seu Memorial.

 

VEJA ALGUMAS DAS FOTOS DA SOLENIDADE DE OUTORGAS NO RIO DE JANEIRO
http://www.pastormoysesbarbosa.com.br/
portal_evangelico/ler.php?id=1822

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