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ESCRITOR DE FERVEDOURO (MG) TEVE TRABALHO PUBLICADO NA REVISTA ESCRITORES DE SÃO PAULO
WRITER OF FERVEDOURO (MG) HAD WORK PUBLISHED IN MAGAZINE "WRITERS" SAO PAULO

Celso Ricardo de Almeida, pesquisador e escritor radicado em Fervedouro-MG desde o ano de 1999, teve uma crônica de sua autoria publicada na revista ESCRITORES, publicação mensal do Clube dos Escritores de Piracicaba-SP.
Celso Ricardo de Almeida, researcher and writer based in Fervedouro-MG since 1999, had a chronicle of his own published in WRITERS, monthly publication of the Writers' Club of Piracicaba-SP.
O texto intitulado Escritores com Alto Grau de Imbecilidade, foi publicado na revista do mês de setembro de 2012, na página 17.
The text entitled "Writing with High Degree of Imbecility," was published in the month of September 2012, page 17.
Celso Ricardo de Almeida é membro do Clube dos Escritores de Piracicaba, ocupando atualmente a cadeira número 097 do Colegiado Acadêmico.
Celso Ricardo de Almeida is a member of the Writers' Club of Piracicaba, currently occupying the chair number 097 of the Collegiate Scholar.
Celso Ricardo de Almeida, researcher and writer based in Fervedouro-MG since 1999, had a chronicle of his own published in WRITERS, monthly publication of the Writers' Club of Piracicaba-SP.
The text entitled "Writing with High Degree of Imbecility," was published in the month of September 2012, page 17.
Celso Ricardo Almeida is a member of the Writers' Club of Piracicaba, currently occupying the chair number 097 of the Collegiate Scholar.
C R Ô N I C A
ESCRITORES COM ALTO GRAU DE IMBECILIDADE
Como é engraçado, quando nos deparamos com artigos em que seus autores, usando a sua intelectualidade dominante, mas o que predomina é a imbecilidade, usam certas palavras de duplo sentido, ou palavras que o seu significado apenas o Aurélio saberá.
Certos escritores ao invés de se concentrarem na ideia fundamental de seus textos, ou alertar e conscientizar os leitores sobre determinado assunto, preferem decorar seus textos com palavras difíceis, palavras bonitas.
E assim o escritor intelectual critica, na maioria das vezes, o FMI, o G8, a ALCA, o PT, o PSDB e o alfabeto inteiro, sem mencionar as críticas contra a globalização, a prostituição, a destruição da camada de ozônio e por ai vai...
Mas tudo isso é uma desculpa que o escritor usa para que possa fazer uso das palavras difíceis que como enfeite de natal decora se a palavra intelectual, que em muitas ocasiões é usada em um sentido ofensivo, (como por exemplo: - aquele burocrata metido a intelectual), virou moda, deixando de ser adjetivo de alguns, passando a ser mera palavra empregada.
Se considera intelectual, alguém que alcançou certos status e ao se pronunciar, seja por escrito ou falado, utiliza palavras difíceis, pensando que assim estará demonstrando seu auto grau de inteligência, ou melhor, seu auto grau de intelectualidade.
A língua portuguesa é umas das línguas mais bonitas e difíceis de todo o mundo, em particular o Português falado no Brasil, que incorporou uma série de particularidades de outros idiomas, algum extintos, como por exemplo, o Tupi Guarani, sem mencionar nas várias particularidades que cada região possui ao se expressar.
Precisamos valorizar a nossa língua, utilizando de maneira coerente todas as palavras difíceis ou não que com a junção de consoantes e vogais formam o nosso idioma. Mas ao utilizar estas palavras, precisamos principalmente saber usá-las adequando ao texto e a quem dirigimos o texto.
Cabe aos escritores intelectuais ou não, fazer com que a leitura se torne algo popular, presente em todos os lares pobres ou ricos do Brasil.
Mas para isso, precisamos aprender que (volto a repetir), não é pelas palavras difíceis que demonstramos o nosso grau de inteligência, mas sim, através das ideias contidas em nossa obra.
Deste modo estaremos facilitando a acessibilidade da leitura a toda população, o que significará um aumento no número de pessoas que aos poucos vão se conscientizando dos problemas sociais, econômicos e políticos de nossos pais. Aí sim um dia sairemos do terceiro mundo para o primeiro....
(TRADUZA PARA SEU IDIOMA)
(TRANSLATE TO YOUR LANGUAGE)






























































