A CIÊNCIA E A BÍBLIA
THE SCIENCE AND THE BIBLE
O DILÚVIO NÃO PODE SER DESMERECIDO
CAN NOT BE THE FLOOD DISPARAGE

Um consulente disse a +Dom Moysés Barbosa que leu na internet (não anotou a página), quanto ao dilúvio narrado na Bíblia, que “é improvável que o volume de água na atmosfera fosse maior do que é hoje e mesmo que fosse, por exemplo, o dobro, causaria muito desequilíbrio ambiental e, ainda assim, a altura alcançada seria insignificante quando comparada com as proporções bíblicas, e que o volume de água que se precipita sobre a terra durante um ano é cerca de 30 vezes o volume que fica em suspensão na atmosfera: isso se deve ao movimento contínuo de evaporação-precipitação-evaporação; no dilúvio bíblico, choveu durante quarenta dias e quarenta noites e, por isso, não houve evaporação - teria caído a água que se achava na atmosfera”.
A questioner said +Don Moyses Barbosa who read the Internet (page not noted), and the flood recounted in the Bible, that “it is unlikely that the volume of water in the atmosphere was higher than it is today and even if it were, for example double, to cause much environmental imbalance, and still the height reached would be insignificant compared to the biblical proportions, and the volume of water that rushes over the earth during a year is about 30 times the volume that remains suspended in the atmosphere: this is due to continuous movement of evaporation-precipitation-evaporation, in the biblical flood, it rained for forty days and forty nights, and there fore there was no evaporation - have fallen into the water found in the atmosphere”.
O consulente disse que gostaria de ter uma palavra de +Dom Moysés, que disse: “no conteúdo da Bíblia, nós cremos, pela fé, ou não cremos. Não há como crer em uma coisa e não crer na outra. O que ocorre é que, se aceitamos, como cristãos, que Deus é poderoso e tudo que existe no mundo foi crido pelo poder de sua palavra, não temos dúvida de que o mesmo Deus que criou a água, fez com que esta água aumentasse durante o dilúvio em quantidade suficiente para cobrir todos os altos montes. Bastaram a Deus, com o poder que só a ele pertence, duas pequenas frases: haja água em grande quantidade (tal como ele fez “haja luz”, e houve luz) e haja redução da água, e então tudo tornou ao nível de quando o mundo foi criado.
The questioner said he would like to have a word of + Don Moses, who said, "the contents of the Bible, we believe, by faith, believe or not. There is no way to believe in something and not believe in another. What happens is that if we accept as Christians that God is powerful and everything in the world was believed by the power of his word, we have no doubt that the same God who created the water, made for this water increase the flood in sufficient quantity to cover all the high mountains. It took God with the power that only belongs to him, two short sentences: there is water in large quantities (as he did, "Let there be light" and there was light) and there is reduction of water, and then everything became when the level of the world was created.
Não nos esqueçamos, irmãos, a Bíblia é a imutável e poderosa Palavra do Senhor.
Let us not forget, brethren, the Bible is the unchanging and powerful Word of God.
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(EM PORTUGUÊS)
(IN PORTUGUESE)
“Não são poucas as evidências antropológicas, históricas e científicas que atestam a realidade do Dilúvio. Examinando-as, os que optam pelo bom senso logo concluem pela historicidade da inundação universal de conformidade com o relato Bíblico.
1) Evidências arqueológicas - Em 1852, o arqueólogo inglês George Smith descobriu entre as ruínas da Babilónia uma série de tijolinhos, gravados em caracteres cuneiformes, uma narrativa bastante similar à do dilúvio Bíblico. Se pesquisarmos detidamente as crenças dos gregos, romanos, eslavos, tupis e guaranis, etc, constataremos: quase todos os povos são capazes de reconstruir, embora de forma distorcida, a ocorrência de uma grande inundação, cujo objetivo básico foi punir a rebeldia do homem contra o seu Criador.
Os arqueólogos vêm encontrando, igualmente, cemitérios fósseis nas mais diversas regiões do mundo, indicando a ocorrência de uma repentina catástrofe geológica. A aparência desses animais petrificados é de que eles foram, de fato, sepultados de forma violenta e súbita por uma indescritível inundação.
Acerca do assunto, escreve o arqueólogo F. C. Hibben: “Há evidências de perturbações atmosféricas, de violência sem igual. Tanto mamutes como bisões foram dilacerados e torcidos como que por mãos cósmicas em fúria divina. Os animais foram simplesmente dilacerados e espalhados através da paisagem como se fossem palha e barbantes embora alguns deles pesassem várias toneladas”.
Por conseguinte, os sítios arqueológicos não evidenciam a existência de um parque de dinossauros; evidenciam a ocorrência de um dilúvio que, inesperadamente, acabou com a vida no planeta, com exceção de Noé e da sua família e dos animais que se achavam com ele na arca.
2) Evidências históricas – Há vários relatos de aviadores, indicando a presença de um grande barco na região de Ararate, onde pousou a Arca de Noé (Gn. 8:4); em 1954, o explorador norte-americano John Liibi reportou que, na sua expedição a um dos montes de Ararate, entre a Rússia e a Turquia, ficou a menos de 60 metros da arca. Aliás, em 1917, um piloto russo, ao sobrevoar a região, confirmara a presença de uma descomunal embarcação, exatamente onde John Liibi chegaria algumas décadas depois.
3) Evidências científicas – Alegam os cépticos que não haveria água em volume suficiente, na atmosfera, para submergir o planeta. Ignoram eles, porém, que o Dilúvio não foi causado apenas pela chuva torrencial que fustigou a terra por 40 dias e 40 noites. Houve, de igual modo, sucessivos e ininterruptos maremotos. Se um único tsunami foi suficiente para alagar o litoral de 12 países, o que não terá causado uma longa série desses fenômenos?
Argumentam ainda alguns pseudo-cientistas que seria impossível cobrir altos montes como o Everest, cujo topo ultrapassa os 7 mil metros. Todavia, a altitude média do planeta é de apenas 800 metros acima do nível do mar, ao passo que a profundidade média dos oceanos é de 4 mil metros.
Levemos em conta, outrossim, as águas que, originalmente, encontravam-se na chamada expansão aérea (Gn. 1:7). Formando um escudo aerotelúrico, essas águas impediam a acção dos raios cósmicos sobre a Terra, possibilitando um perfeito sistema ecológico. Sob tal atmosfera, era possível uma qualidade de vida excelente e uma longevidade proverbial como a de Matusalém.
No Dilúvio, porém, foi destruído o escudo aerotelúrico. Toda a água que o formava abateu-se sobre a terra, aumentando consideravelmente a área ocupada pelos oceanos. Aliás, o que os cientistas chamam de período glacial do planeta foi, na verdade, uma inundação global acompanhada de um resfriamento da terra. Como nos dias de Noé
Outros argumentos poderiam ser apresentados sobre a historicidade do dilúvio universal registrado em Gênesis. Creio porém, que as evidências já mostradas são mais do que suficientes para levar os incrédulos a uma reflexão quanto à justiça divina. Pois os dias de hoje em nada diferem daqueles que antecederam ao Dilúvio conforme adverte o Senhor Jesus:
“Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem” ( Mt. 24:38-39).
(Claudionor Corrêa de Andrade - Ministro do Evangelho, escritor, gerente do Departamento de Publicações da CPAD e membro da Academia Evangélica de Letras e da Casa de Letras Emílio Conde)
CRÉDITO: TEXTO EXTRAÍDO DA REVISTA RESPOSTA FIEL DE MAR/ABRI/MAIO DE 2005
CREDIT: EXTRACTED TEXT OF THE FAITHFUL RESPONSE MAGAZINE MAR /ABRI / MAY 2005






























































